Dois lindos cachorrinhos para adoção do grupo adoção de animais em Belém-Pará. Quem tiver interessado, é só entrar em contato, ou enviar um Email. Abaixo as fotos das danadas rsrsrs. Beijos, Any :)
Cachorrinha mistura de griffon barbudo para adoção
Any
30 julho 2012
29 julho 2012
Mar
Recentemente, viajei pra duas cidades muito lindas, Salvador e São luis no maranhão, visitei várias vezes a praia, e nunca ví tanta miscegenação quanto na Bahia, as pessoas são quentes, acolhedoras,...em são luis tbm. Todos os dias eu ia a praia, e como eh bom sentir a brisa tão gostosa no rosto...espero que gostem do poema. Valeu ;)
Seria tão bom...que a brisa do mar...
estivesse em nossos sonhos sempre
como uma noite longa, e cheia de lugarejos em sintonia com Deus
em sintonia com o espirito
Numa mocidade latente, com euforia de guerreiros
como uma grande brisa vindo de várias direções
cabelo ao vento, coragem no peito...
Velejo como um barco...a deriva do vento
o vento da vida
Não sei pra onde vou
apenas sigo os rumos...rumores
os verdes, os pretos...e os brancos
em canto canto do mundo..desejo reconstruir...o que deixei de construir um minuto atrás
Numa imensidão azul... imensurável em valores, crenças...
No meio do caminho encontro anjos
Esses anjos não tem cachos loiros
são cacheados sim, ...mas pretos
os olhos não são azuis...são negros como o breu...do infinto
a cor não é branca..é negra ..
o caráter não é como a areia...que vaza pelos cantos da mão
é celestial...
E o coração...tão puro como a água cristalina
em sintonia com Deus...penso..penso...
Brisa do mar, que alegre eh o teu bailar...
como uma onda irresoluta, sigo a vida...a caminhar
de encontro ao teu mar
Só pra te amar...meu mar!
Any
Seria tão bom...que a brisa do mar...
estivesse em nossos sonhos sempre
como uma noite longa, e cheia de lugarejos em sintonia com Deus
em sintonia com o espirito
Numa mocidade latente, com euforia de guerreiros
como uma grande brisa vindo de várias direções
cabelo ao vento, coragem no peito...
Velejo como um barco...a deriva do vento
o vento da vida
Não sei pra onde vou
apenas sigo os rumos...rumores
os verdes, os pretos...e os brancos
em canto canto do mundo..desejo reconstruir...o que deixei de construir um minuto atrás
Numa imensidão azul... imensurável em valores, crenças...
No meio do caminho encontro anjos
Esses anjos não tem cachos loiros
são cacheados sim, ...mas pretos
os olhos não são azuis...são negros como o breu...do infinto
a cor não é branca..é negra ..
o caráter não é como a areia...que vaza pelos cantos da mão
é celestial...
E o coração...tão puro como a água cristalina
em sintonia com Deus...penso..penso...
Brisa do mar, que alegre eh o teu bailar...
como uma onda irresoluta, sigo a vida...a caminhar
de encontro ao teu mar
Só pra te amar...meu mar!
Any
11 julho 2012
Com carinho
Estou indo pra onde o vento me leva
estou seguindo ele...
Mas todos os dias eu penso
Penso..em você
gosto muito de você
gosto muito de você
Todos os dias penso
...com carinho em você
e tento aquecer meu coração
pensando na lembrança da tua voz
já não espero que vejas...
espero que esteja bem
onde estiver...
com muito amor
Any
10 julho 2012
Borboleta
Borboletas, borboletas...
já que sabes voar, e eu não
me leve até o luar,
para ver a chuva
e a imensidão do céu azul
ou alguma estação
Que inveja de você borboleta!
Any
já que sabes voar, e eu não
me leve até o luar,
para ver a chuva
e a imensidão do céu azul
ou alguma estação
Que inveja de você borboleta!
Any
09 julho 2012
Brilhe Vossa Luz
Um pensamento de luz do espirito Emanuel e de Chico Xavier para começar o dia
Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insula- mento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das sub-stâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.
Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insula- mento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das sub-stâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.
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